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Escultura do Des-Existir

Escultura do Des-existir apoiado a escultura da Base: Escultura do Des-Existir: 16cm de altura sem cabeça, 19cm com a cabeça, 6,5 de largura no tórax com os braços, 5cm de largura entre os pés, 1,5cm de lateral, permanece em pé de forma muito frágil e com grandes possibilidades de tombar. Cabeça: 3,5 de altura, 2,5 de largura, 4cm de lateral Escultura da Base: 7,5cm de largura, 6,5 de comprimento, 2,5 de altura  com três pessoas entalhadas em sua superfície superior e central, com dois encaixes para os pés da escultura do Des-Existir, com uma argola que permite que seja ali depositado a corrente com o peso de prisioneiro. Braço com dedo indicador provocando vômito mecanicamente: 6,5cm de comprimento, 2,0cm largura na região da mão.

Composta por uma escultura com um corpo magérrimo, aparecendo os ossos, podendo destacar a escultura da cabeça, com o corpo encaixado em uma escultura da base com a representação entalhada das figuras parentais, dando a sugestão de estarem dando o sopro da vida a uma criança, ou seja, ainda necessita deste sopro vital vindo da base para existir e ser. Às vezes, a escultura do Des-Existir fora da escultura da Base não consegue se firmar por si só, dependendo dela para ficar mais firme em posição ereta. A escultura da Base pode ser destacada da escultura do Des-existir, podendo nela ser depositado outras esculturas como por exemplo: um coração, encher de gosma os orifícios da escultura da base, cabeças, corações, fantasma, sapos, objetos compulsivos. Cada escultura metafórica com seu significado apoiado a escultura da base, exemplo: se for o coração seria o sentir segundo a base, cabeça seria o pensar segundo a base. Vários são os significados da base, o que apoia, quem apoia, quem sustenta, quem equilibra, a própria família de origem ou a família atual, e toda a sua representação dos aspectos não diferenciados e que ali estão dependentes e não autônomos, livres ou diferenciados.

Outras cabeças ou esculturas podem ser depositadas no lugar da cabeça: cabeça de criança (quanto seu pensar é infantil, da sua criança interior ainda grandemente dependente da base da família, dos pais. Pode ter uma ação pelo corpo adulto, porém o pensar é infantil), coração (pensa emocionalmente e pelo vibrar do coração, age pelo impulso e pelo amor e afeto),merda (pensa negativamente, não valoriza o seu pensar, se desqualifica), objetos compulsivos (cigarro: seu existir é pelo vício, maconha: necessidade de ficar fora do ar e cada vez mais apoiado ao existir da presença da base, bombom: come exageradamente e pós se cobra ou tenta vomitar), etc.

Complementada pela escultura do vaso sanitário (para o trabalho do controle dos esfíncteres), que dentro dele está depositada uma escultura de uma boca aberta que pode representar o que irá receber ou será devorado do que vem de fora ou do sujeito enquanto sua produção e seu existir pelo que faz e realiza, bem como o que não pode ser alimentado e será devolvido a alguma fonte, ou mesmo a vontade de devolver putrificado e em ácido o que seria de algo a ser dito e foi engolido como sapo, podendo ainda ser o vomitar para quem ou dirigido a quem este ácido. Para o quadro de bulimia o vaso sanitário imantado pode ser fixado no peito do corpo da escultura do Des-existir, voltada sua frente para o tórax. Como uma forma de representar os vômitos que ali são projetados após o sujeito de alimentar exageradamente e pelo receio de engordar provoca inicialmente o vômito de forma mecânica. Muito bem representado pela escultura do braço grudada ao umbigo e com o dedo indicador em posição de acionamento do vômito. Ou pode ser acoplado qualquer outra escultura imantada e que metaforicamente possa ser articulado com o conteúdo que está sendo trabalhado. Na questão da bulimia cabe os questionamentos na ordem terapêutica, o que ali necessita ser vomitado? Posto para fora? O que seria indigesto, tóxico? Podendo inclusive ser criado o dicionário do vômito ou uma legenda para o mesmo dos significados que possa ser comunicado aos outros de forma mais compreensível, ou pode ser representado por quantidades de gosmas de cores diferentes e o que cada uma comunica. Uma vez que após misturadas ficam da mesma forma da alimentação, se a mesma for vomitada não mais terá a mesma aparência clara do que foi comido inicialmente. Para melhor representar o vômito, pode-se usar da massa gelatinosa de diferentes cores que podem ser cores únicas ou misturadas, depositadas dentro da escultura do vaso sanitário depositado ao tórax da escultura do Des-Existir.

vaso sanitário pode ser articulado também com o trabalho da escultura das capas sobrepostas a da escultura da essência, podendo representar o que necessita descartar de indigesto na ação do corpo, ao que seria retirada terapeuticamente neste simbólico a escultura das capas que representassem tal movimento.

Outra escultura que complementa é a da criança obesa com a cabeça que se destaca do corpo e pode representar o menino ou a menina com quadro de obesidade ou na representação de outras articulações. Que pode sobrepor o tórax da escultura do Des-existir, metaforicamente dizendo da anoréxica, representando que sua criança ou o ser infantilizado é que está no controle da alimentação. Como também existe o braço que encaixa abaixo da criança obesa no umbigo da escultura que representa a bulímica e que se estende com a mão e o dedo indicador que atinge a boca aberta da criança obesa ou da bulímica, representando o vômito provocado mecanicamente e que sai do seu umbigo, de seu centro. 

A bola menor com a corrente do aprisionamento,   pela ação do elo pode ser presa ao elo da base, ou a um ou aos dois pés da escultura do Des-existir, sugerindo o quanto presa está a base ou naqueles que representam a base, porém pela corrente ter elos de soltura, pode escolher afrouxar ou soltar das amarras deste padrão de corresponder ao que a base deseja, projetou ou programou para o sujeito e dizendo o quanto da culpa pode aparecer pelo movimento de se diferenciar e soltar da escultura da base as amarras. Pode ser usada a grade do prisioneiro para bem representar tais aspectos da culpa. A culpa também pode vir pelos variados sentimentos de raiva ou de descontrole alimentar e após para aliviar usa da prática do vômito.

Sugestões de esculturas que podem agregar a este conjunto: 

Crianças obedientes, tristes sentadas num banquinho: criança menino e menina que soltam as cabeças e ali podendo ser depositados outras esculturas: cabeça oca ou com a metade emborrachada (quanto de volume de pensamento ali estão depositados ou presos), como aprendeu a lidar com suas emoções, o quanto obediente ainda está as crenças aprendidas e que necessitam ser limpadas, auxilia no trabalho da criança interior pelo método, a cabeça da criança pode ser depositada na escultura do Des-Existir no lugar da cabeça, dizendo do quanto ainda está preso as questões do passado e da sua imaturidade, além de estar presa ainda a escultura da Base e quanto fica indiferenciada ou não sabendo de seu existir pela sua autonomia. 

Chupeta: objeto utilizado pelos bebes para se acalmarem. Podendo ser depositado a boca das esculturas das cabeças para a representação da infantilização e a necessidade de algo para abaixar a ansiedade e que pode ser após substituído pelos objetos compulsivos vigentes na dinâmica do envolvido. 

Livro da limpeza das crenças:  altura 6cm, comprimento 4cm, largura 0,5cm. Livro com várias folhas em branco em que o sujeito pode escrever quais foram as crenças aprendidas e que necessitam serem limpadas e substituídas pelo que hoje seu ser adulto considera e acredita. Pode também ser depositada dentro da cabeça oca, colocada afrente da escultura da cabeça com a metade emborrachada e o que ali será expelido pela massa gelatinosa dentro do vaso sanitário. Esta limpeza diz da possibilidade de sair da escultura da Base. 

Escultura da cabeça oca: Proporcional ao tamanho das esculturas das Capas sobrepostas a escultura da Essência, que referenciam o tema obesidade ou qualquer outro tema que diga da expansão de algo, de proteção, da indiferenciação, etc. No caso da escultura do Des-Existir com esta cabeça oca, poderia representar o quanto que apesar de magra ainda pensa e se vê como obesa. Pelo vazio em seu interior, possibilita ser depositado objetos, esculturas que possam representar com o que a mente do sujeito se enche, o potencial do seu pensar para quê, em que, ou em quem? Caso ali sejam depositadas esculturas das merdas, isto poderia representar aspectos de adubo (lembrando que a merda dos animais serve para adubar as plantações), tanto para o negativo quanto para o positivo, dependendo do conteúdo que esteja sendo trabalhado. Como também as esculturas dos objetos compulsivos, em que o sujeito é tomado mentalmente pela presença e dependência dos vícios.

Pode-se depositar massa gelatinosa em seu interior, representando o quanto de “gosma” há na sua mente, pensamento ou forma de ver e perceber o mundo. E como internamente a constituição de seus pensamentos são influenciados pelos aspectos da “gosma” de alguém. Quanto seus pensamentos se diluem numa “geleca” e não se solidificam ou se presentificam numa forma. Que seria a “gosma” que determina a formação do pensamento de sua essência e torna o seu pensar gelatinoso e sem uma forma sua.

As duas perucas representando o masculino e o feminino que são depositadas no topo da escultura da cabeça oca sobre as esculturas das Capas sobrepostas a escultura da Essência, podem além de representar o gênero, firmar o limite do que entra ou do que sai desta cabeça pensante. 

Escultura da cabeça com a metade superior emborrachada: Escultura de uma cabeça medindo 7cm de altura, 6cm de largura. Composta por uma meia bola de borracha grudada em sua parte superior e com a boca oca, que proporcionará pelo movimento de pressão uma expulsão do ar em seu interior, proporcionando ao ser solta, no retorno uma sucção. A sugestão é proporcionar a escultura da cabeça comer, engolir o pedaço de “gosma” que for colocado em contato com a sua boca por sucção, e possibilitando a ação oposta, em que metaforicamente apertando a meia bola de borracha, a boca vai expelir o conteúdo que engoliu, ou seja, vomitará o que engoliu, que no caso foi engolido a massa gelatinosa de uma cor só ou de cores variadas. Assim, podendo ser trabalhado e questionado em qualquer dos quadros dos transtornos alimentares, o que engole? a “gosma” de quem? A verdade de quem? A comida em exagero... vomitando o que? Qual a legenda do significado daquilo que está vomitando? Esta escultura também pode ser depositada no lugar da cabeça das outras esculturas (da Essência, do Des-Existir, das Capas que sobrepõem a escultura da Essência, do Sou tão você que sinto falta de mim mesmo, do corpo do adolescente ou da criança, ou da própria escultura da vaquinha da metáfora “Pedra que não sai ou dá leite”), ou de qualquer outro lugar do corpo que seja imantado e podendo ser ali fixado. 

Sapo, sapinho, cobra: esculturas que dizem do que é engolido indevidamente na impossibilidade ou inabilidade de colocar os devidos limites ou se posicionar assertivamente. Podem ser depositados no interior da cabeça oca ou nos pontos que estejam imantados nas peças. 

Grade de prisão: pode ser locada a frente dos pés das esculturas ou no entorno do pescoço das mesmas. Representa a prisão psíquica pelo sentimento de culpa por algo que tenha pensado ou realizado e que infira seu código ético interno. Após utilizar de algum dos meios compulsivos pode vir a ressaca moral que o prende em sua própria cobrança, por não ter conseguido mais uma vez deter o impulso de seu vício. Como também representa a prisão na compulsão, a dificuldade de sair de tal círculo vicioso. 

Balança: com botão ajustável e que permite pesar mecanicamente as esculturas que sejam ali colocadas. Registrando o peso de menos 60kg a 240kg. 

Fita métrica: fita de metragem até um metro e que possibilita a amostragem das medidas reais ou do desejo imaginário do corpo em questão. Seja da negação quanto do real de medidas que o sujeito imagina ter ou que viria a ter. 

Conjunto de esculturas das merdas: podendo representar os aspectos que desqualificam e denigrem o sujeito tanto no seu pensar quanto no seu agir, podendo ser acoplados a diferentes partes das esculturas das Capas ou depositados no interior da escultura da cabeça oca. Em contrapartida pode metaforicamente ainda significar os aspectos que podem ser adubados ou seja que levam a um crescimento de seus aspectos positivos. 

Objetos Compulsivos: vários grupos de esculturas que representam as diferentes compulsões ou vícios, que pelos imãs podem ser acoplados a diferentes partes das esculturas, como também no interior ou na boca da escultura da cabeça oca. Exemplos: obesidade (bombom, pirulito, leite condensado, bolacha, sanduiche com várias gorduras), remédios (vidro “toma que sara”, cartela de comprimidos “enxumax”), alcoolismo (caneco de chope, garrafa de cachaça “anestésica”, garrafão de destilado “fora da ar”), drogadição (cigarro, cigarro de maconha, pacote com “craquix  a viagem sem volta”, pacote com “cocaix o pó da morte”), vigorexia e orterexia nervosa (peso de academia, pote de anabolizante), síndrome gourmet (cardápio gourmet “prato X Eu”), jogar compulsivo (cartas de jogos de azar, celular modelo EU 30 horas, computador “Foco nos vícios. Retorno a vida”, células de dinheiro, cartão de crédito bandeira “vazius infinitun”), comprar compulsivo (bolsa, várias sacolas,  células de dinheiro, cartão de crédito bandeira “vazius infinitun”), trabalhar compulsivo (bolsa, celular modelo EU 30 horas, computador “Foco nos vícios. Retorno a vida”, células de dinheiro, cartão de crédito bandeira “vazius infinitun”), internet (celular modelo EU 30 horas, computador “Foco nos vícios. Retorno a vida”), plasticomania (espelho, celular modelo EU 30 horas, células de dinheiro, cartão de crédito bandeira “vazius infinitun”), corpolatria (bombom, cardápio, pedra craquix, saco de cocaix). 

Objetos saudáveis: esculturas que dizem da substituição de hábitos negativos por hábitos saudáveis (garrafa de água mineral, prato de comida saudável, fruta uva, cenoura, peso de academia, cardápio saudável). 

Lâmpada: objeto representativo de propagar a luz, ou do ter ideias e criatividades. Podendo pelo imã ser acoplado a qualquer outra escultura que possa dizer destas representações.

Porta Retrato: representando o porta retrato que ali pode ser depositado alguma fotografia, ou como um espelho em que o sujeito se apresenta com um corpo idealizado ou real. Vem acompanhado de uma foto plastificada que se encaixa nas laterais internas, de um lado a foto das esculturas das Capas que sobrepõem a escultura da Essência e no outro lado a foto da escultura do Des-Existir sobre a escultura da Base. Para deixar mais próximo da questão real pode ser colocada uma outra escultura a frente da foto e verificar o que ali tem de distorcido, por exemplo: sujeito emagreceu, mas continua com cabeça e visão de obeso, se achando gordo. A foto do porta retrato será das esculturas das Capas e na imagem real estará se espelhando a escultura do Des-Existir com a cabeça oca. 

Escultura do Sou tão você que sinto falta de mim mesmo: escultura que representa os processos de indiferenciação e desqualificação, que podem ser articulados com as esculturas das Capas sobrepostas a escultura da Essência em que o sujeito deixa de sua essência e seu existir para existir pelo que se sobrepõem a ele.  

LEMBRETE: as esculturas que acompanham a escultura do Des-Existir estão nomeadas no primeiro parágrafo. As outras peças que são citadas no meio da descrição do produto e sugestões de trabalhar com a mesma, são esculturas que podem ser adquiridas a parte e estão catalogadas na loja viurtual. 

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